O título deste post também foi o título da palestra que dei hoje, no encontro da Superintendência de Consórcios, Imóveis e Veículos do Banco Itaú, em São Paulo.

Muitas vezes, quando se fala em processos colaborativos e transformação cultural, as organizações tendem a canalizar seus esforços para construir norteadores estratégicos e fazer a mudanças baseadas em recursos, processos e metodologias. Pouco sobra espaço para aprofundar um outro pilar extremamente importante para que as transformações aconteçam de forma consistente: os comportamentos e as relações humanas. Essa, certamente, é uma das partes mais desafiantes e delicadas do processo. Porém, sem o olhar para as pessoas e sem criar um ambiente de trabalho que tenha valor, os resultados do negócio tendem a ficar comprometidos.

O mundo de hoje nos oferece muitos estímulos. Com tudo isso, será que ainda temos tempo de ser humanos nas nossas relações de trabalho?

“As pessoas comuns, os líderes e as organizações que vão prosperar são aqueles com mais capacidade de canalizar a energia participativa dos que estão à sua volta”, diz no trecho do livro O Novo Poder.

Para onde estamos canalizando a nossa energia? É possível fazer diferente?

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