foto de Laila Pallazo

“Facilitação de processos de desenvolvimento organizacional.” Muitas vezes, quando falo que esse é o meu trabalho, a dúvida e a comparação com consultoria empresarial aparece. “Facilitar”, como o próprio nome já diz, tem a ver com apoiar, ajudar, colaborar, no meu caso, com o processo de transformação dos indivíduos que compõem uma organização, gerando como consequência a tão esperada transformação cultural que muito se fala hoje.

área de atividades

Esse processo é desafiante para quem facilita e para quem é “facilitado”. Requer, do facilitador, um olhar sensível ao observar o grupo, a capacidade de criar um ambiente seguro e de confiança, de fazer conexões e perguntas, de ouvir e deixar fluir aquilo que vem dos indivíduos. Nós, enquanto facilitadores, não sabemos de todas as respostas e, mesmo que tenhamos palpites, às vezes é preciso segurar a fala, porque nosso papel é apoiar o grupo para que ele chegue nesse lugar sozinho. E ele, mais do que ninguém, sabe onde é preciso chegar, só basta que alguém lhe ajude a olhar para todas as direções — e dê apoio na sua jornada.

Para ser “facilitado”, é preciso abertura, ter sede de mudança, ter confiança, flexibilidade e mindset de aprendizado constante. É um exercício de entrar e sair da zona de conforto, o tempo todo. É preciso ter coragem, força, paciência e empatia para mergulhar no processo. Com isso, novos resultados naturalmente acontecem.

Mais do que desafiante, esse processo tem muita beleza. Cocriar com as pessoas um caminho de aprendizagem, transforma tanto o facilitado, quanto o facilitador.

time Laborama, Point e Gerdau

As imagens deste artigo representam para mim o que escrevi acima. Ontem, junto com meus fiéis escudeiros e parceiros de trabalho, Rafael Perez e Daniela Maria Medeiros, vivi mais um dia do projeto Mind The Gap, desenvolvido para os líderes da Gerdau, criado na parceria entre Point — Facilitação Criativa e Laborama — Inteligência Colaborativa. Mais uma estação de transformação, experimentando o lugar da diversidade com um grupo que me inspira enquanto ser humano e profissional e que me lembra que no centro existe um líder invisível que nos revela as melhores coisas que vêm do coração.

Valeu, time!

por Laila Palazzo
Facilitadora e co-fundadora da Laborama

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